
Nunca menos de quarenta minutos. Sem contar os antecedentes interrogatórios: doenças? remédios. Claustrofobia? Alergias? teretetê... Cintilografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética. Este, o mais chato por conta da barulheira. Quando você começa a pegar no sono plaquete, plunquite. Não dá pra dormir como nos outros. No que ajeitam a cabeça e as pernas já fechei os olhos. Viajo. Ontem, peguei o avião mais Ju(ssara) fomos a Lisboa. Pelas ruas e muralhas de Óbidos passeamos, ái o azul. Pegamos o elétrico 28 desde a praça ao pé da Mouraria até o fim de linha, renque-nhenque qual duas meninas a apontar a Baixa, a subida da Sé, o alto da Alfama e por aí fomos. A gargalhar pela alegria de estar em Lisboa tomamos café n’A Brasileira sentadas ao lado de Fernando Pessoa. Andamos a pé, subimos ou descemos os tantos elvadories de lá, Santa Justa, da Glória, da Bica... Às noites, ao fado. Parreirinha d’Alfama de dona Argentina Santos, Baiúca, Mesa do Frades. Escutei o lindo, lindíssimo canto de Ju. A platéia inteira levantou-se e aplaudiu. Pronto.
foto do aparelho de ressonância tirei do site da santa casa de misericórdia de lindoia s/cr de autor; ao pé da mouraria/lisboa foto de maria sampaio, 27/2/2008PS dia 28/1: reparei o prédio branco à direita bem ao pé do morro na Mouraria... repare aê: parece com o aparelho da ressonância magnética.